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Como jogar bola mudou meu #Mindset?!

É isso mesmo que você leu. Jogar futebol na infância, me tornou um melhor profissional hoje, pois mudou o meu mindset, e hoje consigo perceber! Vou te explicar como isso aconteceu.


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Fonte: OsMais.com


Desde criança, logo nos meus primeiros anos de idade, fui influenciado pelos meus pais a praticar alguma atividade física (Pratiquei natação, judô, futsal e futebol americano; mas o foco de hoje é o futebol/futsal). 


Jogar bola é a brincadeira mais popular no Brasil (pelo menos era), e eu não gostava de perder a chance de jogar bola seja no campo, na quadra ou na rua, só precisávamos de um par de chinelos e alguma coisa que lembrasse uma bola (pode ser até uma latinha amassada de coca-cola). Por gostar tanto de jogar bola e levar até jeito para a coisa, fui colocado em escolas de futebol. Mas muitas vezes jogava mais no time da escola.


"Por meus pais terem uma boa condição financeira, sempre investiram em minha educação, por isso estudei em bons colégios. Mas o que importava em meu pensamento era ter um time no qual eu poderia jogar: a chamada SELEÇÃO do colégio, sempre era meu objetivo"


Sempre tive facilidade em jogar bola, é verdade que nunca fui um craque do time (igual esses vídeos do menino Ney, que ele sai driblando meio time, aí não dá pra comparar), mas sempre fazia parte do time titular e era uma das peças fundamentais nas equipes que joguei.


No meu ensino médio, praticamente vivi o meu auge no futsal. Viajava para disputar campeonatos, chegava nas finais das competições, era 10 e faixa (Que marra hein!  mas sempre mantendo a humildade!), além de ter sido convocado para representar a seleção do estado de Mato grosso (fiquei sabendo que fui segunda opção, outros jogadores não iriam. Recusei, não fui e me arrependo. Mas isso é passado.)


Em toda essa minha vida jogando bola (como se fosse muito né?!),  percebi alguns aspectos importantes que moldaram o meu caráter e quem eu sou hoje. Se liga!



1- Querer vencer


Todo mundo quer vencer, afinal ganhar é muito bom. Agora, o que você fazia para ganhar? Você estaria disposto a realizar sacrifícios para conquistar o sucesso? Eu estava!


Desde pequeno eu não gostava de perder, e acho que ninguém gosta na verdade. Mas muitos acabam se conformando com a derrota, e isso não deve acontecer. Nos meus 15/16 anos tinha um objetivo em mente: Ser o melhor jogador do meu time!


Pode até parecer um pouco arrogante, mas não ligo. Afinal você treina, se prepara e dá o seu máximo para ser o segundo melhor? Acredito que não. E eu pensava assim! É claro, nunca passei por cima de ninguém, sempre respeitei todos e não atoa era o capitão do time.


Você já deve ter visto em algum lugar, falando sobre a infância do Cristiano Ronaldo, e seus sacrifícios quando era pequeno para jogar futebol. A obsessão de Cristiano, para se tornar jogador, era tão grande que ele treinava enquanto seus colegas descansavam. 


Era horário de descanso. E alguns meninos do time escutaram um barulho na academia do time. Quando se aproximaram para averiguar, se deparam com Cristiano treinando. A sua obsessão em se tornar uma pessoa melhor, um atleta melhor, não só um transformou em um grande jogador, mas em um dos maiores da história.


Cristiano Ronaldo é um exemplo de persistência, luta e dedicação. E esse exemplo não deve ser usado apenas para futebol, mas também para a vida. Seja melhor que ontem, seja hoje a sua melhor versão!



2- Liderança

Como disse antes, eu fui capitão do time em que jogava. Ser capitão, ativou o meu senso de liderança, dentro de quadra sempre fui bastante ativo: falava, gritava e incentivava. E fora de quadra nunca fui um exemplo ruim, era dedicado nos estudos e me dava bem com a equipe, nunca fui um problema.

Na sua vida profissional, ser líder é um diferencial e tanto! Grandes cargos precisam de pessoas que sabem liderar e inspirar pessoas a atingir os resultados esperados. Assim como um "capitão em quadra" o líder profissional deve cobrar, mentorar e ser o guia para a sua equipe.

Mas acredito que a minha principal característica, enquanto "líder" da equipe era a humildade. Humildade para reconhecer que eu não era superior a ninguém, humildade para entender que se eu não me esforçasse ao máximo poderia perder meu lugar. E humildade para ir todos os dias ao treino, no horário certo e sempre, sem faltar. 


3- Aprender com a derrota


Joguei com grandes pessoas, hoje alguns se tornaram atletas e vivem do futebol. Mas nem sempre era tempo de comemorar. Eu perdi. E perdi muitos campeonatos, chorei em alguns, em outros já estava calejado. Mas a sensação de ser derrotado não é fácil de aceitar (E nem deve ser!). Mas é com as perdas que nós aprendemos.

"Não se trata do quão duro você bate, mas sim o quanto você consegue apanhar, levantar e seguir em frente"

Essa frase eu vi em um dos filmes do Creed (aquele filme fod@ que tem o Balboa). E utilizo como mantra desde então. Você sabe o motivo, de ter muita gente reclamando do seu emprego ou de sua vida? É simples. Se fosse fácil, todo mundo conseguiria. A real é que muita gente acaba desistindo de seus sonhos, por ser muito difícil (ou pior "impossível"). Então, se você não está disposto a correr atrás daquilo que você quer, eu tenho uma péssima notícia: Ninguém vai! 

Agora, da próxima vez que você "cair", não reclame. Apenas agradeça por ter a chance de levantar e continuar lutando!











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